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2012 vai virar série de TV 05/11/09 A série se passaria em 2013 e falaria sobre "o que acontece depois do desastre", contou o cineasta à revista norte-americana Entertainment Weekly. A teoria de que o fim do mundo ocorrerá em 2012 galvaniza a atenção da humanidade há tempos. Por trás da desconfiança em torno da data estão interpretações sobre a obra do profeta Nostradamus e o fato de o calendário maia, a arqueológica civilização com exímio domínio da astronomia, acabar em 21 de dezembro deste ano. O programa ganhará o mesmo produtor executivo do longa, Mark Gordon. Na TV, ele exerce a mesma função em seriados de sucesso, como Grey's Anatomy e seu derivado, Privace Practice. "É sobre a reinstalação da Terra", o diretor Emmerich explica por que gostaria de ver 2012 estendido ao domínio televisivo, sem confirmar se ele toparia dirigir a produção. "Harald Kloser [roteirista e produtor] e eu tivemos a ideia, além do luxo de ter um produtor no filme que é um grande produtor de TV, Mark Gordon." Os dois sugeriram, então, que o colega fizesse um programa que retomasse o ponto em que o filme acabou - e chamasse a criação de 2013. A ideia, aparentemente, veio a calhar. Emmerich deu pistas sobre a extensão televisiva, que se focaria num grupo de sobreviventes, mas não aquele mostrado no longa. "Talvez eles estejam em um pedaço de terra que foi poupado, ou um que se transformou numa ilha enquanto a crostra [terrestre] se movia." A Entertainment Weekly comenta sobre conversas de bastidores em Hollywood a respeito de negociações entre Gordon e a emissora ABC. O produtor executivo não ratificou, mas tampouco fez o contrário, ao lembrar que o canal "terá uma abertura para programas relacionados a desastres quando Lost acabar". A série de J.J. Abrams começará a sexta e última temporada no começo de 2010, nos Estados Unidos. Fonte : Rolingstone |
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Rodrigo 19 Novembro, 2009 | |
Um filme de excelente qualidade audiovisual, efeitos especiais, elenco e direção. |
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Mariana 17 Novembro, 2009 | |
Absurdamente descartável... Só efeitos especiais não dá - a estória deveria ser bem melhor pensada e feita de uma forma mais adulta - o que vi foi uma sessão da tarde de qualidade... decepção. |
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AVATARES
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"Mais do mesmo - apenas maior" |
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Os diretores mais conhecidos de hollywood são aqueles que escolheram um gênero pela qual querem ser lembrados, Assim como Steven Spielberg na ficção científica, como Scorsese em seus thrillers dramaticos, Michael bay nos blockbusters e Woody Allen em seus dramas românticos - Roland Emmerich se consagra por conta de seus filmes catástrofes. Visto que o diretor destrói o mundo como ninguém desde 'Independence Day', 'Godzilla', 'Impacto Profundo', 'O dia depois de amanhã' e seu mais recente e ambicioso trabalho '2012'.
Porém, nota-se que Roland talvez não tenha sido a escolha perfeita para comandar algo deste porte, uma vez que, é necessário uma ótima combinação não apenas dos efeitos, como também do roteiro para falar do fim do mundo - o que não é o caso do diretor, já que ele parece se focar mais na destruição do que na reação humana em geral (o que praticamente seria o mais importante). As reações que vemos na tela, seja vinda de personagens principais ou coadjuvantes, soam falsas demais para serem levadas a sério, para completar - Emmerich forra tudo com longas e mentirosas sequências de fuga acompanhadas por uma trilha de filme aventureiro. Não não...Não estou sendo chato, se você raciocinar bem, um filme onde morre milhões de pessoas e ainda ganha uma censura tão baixa só pode significar uma coisa. Blockbuster. Prova esta que, não só vemos na grandiosa sequência de fuga em Los Angeles (galeria de vídeo) ou nos meteoros que destroem por completo o furgão, como também em seu final, onde uma menininha que, naquela altura em que deveria estar traumatizada com tudo o que viu e passou, solta uma pérola dizendo - Pai, eu não uso mais fraldas... Como se fosse comum ver milhões de pessoas sendo engolidas pela terra, fogo, esmagadas ou caindo de alturas exorbitantes. Mas se tratando de estética, Emmerich se mostra um cara perfeccionista, os esforçados efeitos especiais tornam o filme grandioso, e de alguma forma, o salvam do que deveria ser um desastre total. A única coisa alias que o diretor parece ter evoluido em relação aos seus filmes anteriores. No fim, 2012 pode ate valer o ingresso, para aqueles que se contentarem em ver apenas destruição. A sensação que ficou em mim, e que deixei de temer o que 'reza a lenda' vir acontecer em 2012, simplesmente por achar o filme pouco sério e realista. PS1 : Roland é medroso... ou em palavras mais gentis, um cara positivo... Eu sabia que ele não teria coragem...PS2 : O filme tem umas cenas bem humoradas - a maioria envolvendo o personagem de Woody Harrelson e o russo Yuri. PS3 : Apesar de ter achado bem mentiroso, adorei a sequência de Los Angeles (Confira na galeria de vídeos). PS4 : E o oscar de melhores efeitos visuais vai para... 2012! PS5 : Cristo Redentor demolindo não tá com nada! ceninha fraca. PS6 : Na coerência de Emmerich, os coadjuvantes (principalmente os egoistas) devem todos morrer - e os mocinhos sobreviver - cai na real! |

Em 2012, quando desastres naturais começam a destruir a Terra, pesquisador acadêmico lidera um grupo de pessoas numa luta para evitar esses eventos apocalípticos que foram previstos num antigo calendário dos povos Maias e que pode culminar com o fim da civilização.
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