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2 - Um jogo intitulado 'Eden' foi anunciado pela produtora de filmes Zentropa, o jogo seria uma continuação da história. 3 - Um jornal dinamarquês publicou um ensaio do escritor Heidi Laura, uma acusação contra o sexo feminino, que foi encomendado por Lars von Trier em 2007 como parte da pesquisa para o filme. Ele faz referência a história de Eva e Pandora, cita a poesia com conteúdo misógino e cita os pensadores Aristóteles, João Crisóstomo, John Knox, Arthur Schopenhauer, Friedrich Nietzsche e Otto Weininger, bem como a feminista americana Camille Paglia.
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Por: Mariana 31 Agosto, 2009 |
Após “tentar” assistir ao filme, confirmei uma teoria: TODOS os filmes que são MUITO bem classificados pelos críticos são PÉSSIMOS! |
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Por: Felipe 31 Agosto, 2009 |
É realmente de mal gosto, e não é porque tenho menos de 18 anos, o filme tem umas cenas muito nada a ver e no final de tudo não faz muito sentido. por outro lado tem um clima legal pra um filme de terror, bem tenso - Eu não sei se gostei mas dou nota 5,5. |
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Por: Xcine 1 Setembro, 2009 |
Gente, olha só, modestia a parte mas eu sabia que a reação do público seria pra la de negativa, ate porque 'obviamente', não gostamos de filmes que não entendemos. Eu sai do cinema assim, que nem vocês. So passei a dar mais creditos depois que li uma teoria aceitável sobre ele. E estranho mas, apesar de escrever sobre filmes, eu não sou um crítico, peço sempre que as pessoas considerem minhas opiniões pessoais - apenas comentário de cinéfilo, ou recomendação - acredito que para 'anticristo', muitos cinéfilos foram falsários elogiando, duvido muito que tenham sacado a ideia do filme para escreverem tão bem sobre ele, por isso por um lado concordo com o que você diz Mariana, e sempre bom procurar por sites confiáveis, de pessoas menos 'maria-vai com as-Outras'. |
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Por: Hilda 5 Setembro, 2009 |
nao tinha lido nada a respeito antes,apenas decidi ir ao cinema e como curto suspenses e terror na linha o exorcista,vi o titulo e resolvi assitir.. q decepçao!!pra quem entrou numa sala de cinema pra ver um terrorzao e acaba vendo um filme destes,so nao sai no meio da trama por q fiquei curiosa pra ver o final!! |
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Por: Henrique 13 Setembro, 2009 |
Realmente não é um filme para todos; diferentemente dos filmes hollywoodianos, “O Anticristo” requer um pouco de digestão intelectual. Só assim é possível compreender as genias metáforas e o alto grau de sentimentalismo (sim, sentimentalismo!) que o filme têm. Para quem consegue enxergar além das cenas de brutalidade, o filme torna-se uma experiencia extra-sensorial única de sensações repugnantes e, porque não, humanas. |
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Por: Alan 15 Setembro, 2009 |
Olha graças a Deus eu não sou um intelectualóide metido a erudito em cinema, senão eu diria ohhh que filme grandioso, cheio de grandes metáforas, para grandes pensadores inteligentes .. não o cara simplesmente abriu a porta do inferno da loucura e do sadismo pra contar uma história que não era ruin mas que o diretor conseguiu detonar com maldade explicita em doses cavalares. No final resta mais um gênio do cinema dos tempos modernos, fazendo filme pornoviolento pornosadista pornopsicótico. Se isso é arte, nos vemos no inferno Até lá. |
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Por: Carlos N Mendez 15 Setembro, 2009 |
No cinema, ninguém é obrigado a aceitar a obra alheia. Pelo que entendi, van Trier fez essa obra para se exorcizar. Se não funcionou, não sei. Confesso que prefiro filmes ”entendíveis”, mas o que sinto nas críticas é que as pessoas vão armadas de “copos” ao cinema : um vai lá esperando encher seu copo do terror; outro vai esperando preencher o vazio do seu copo de humor; outra quer se encher de romance… esse sistema acaba virando mercado, mesmo. “Anticristo”, em mim, mesmo deixando vazio o copo da compreensão, deixou uma angústia que nos próximos dias, vou comparar com as minhas próprias para tentar torná-la palatável. Adoro o cinema como diversão – leia-se distração. Mas quando minha alma pede, gosto de cutucá-las com esse tipo de provocação. E acho que isso me fortalece. Pensar dói mas faz bem, gente. Ah, e a fotografia é impressionante. |
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Por: Mariana 15 Setembro, 2009 |
Gente, pera lá! Eu acho que esse é um espaço para criticar O FILME e não os comentários das pessoas, não? |
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Por: Xcine 15 Setembro, 2009 |
Apesar de assistir bastante filmes do gênero, eu não sou do tipo que quer bancar o intelectual e sair elogiando o que no fundo eu não gostei, Se ele for chato e desnecessário, vou dizer que ele e chato e desnecessário - independente do que centenas de críticos digam. - continuo achando anticristo um bom filme por ser 'curioso', mas continua desnecessário pelo conteúdo. |
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Por: Brian 22 Setembro, 2009 |
Sem bancar um intelectualóide metido a erudito em cinema como as pessoas falam hj em dia assistam o filme que é uma obra prima (na humildade) pois parece quem conhece de filosofia, música, história e arte é julgado pela inquisição popular de querer ser superior então me desculpem pela minha avaliação deste primoroso filme (mais uma vez, na humildade mano!). |
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Por: Adrienne 04 Outubro, 2009 |
Quue filme horrível,senti que perdi meu tempo com algo totalmente desnecessário,nojento e sem sentido.Realmente é repugnante ver pessoas metidas a intelectuais,que entenderam tudo do filme ao ponto de se colocar superior aos outros vir aqui falar,falar e não dizer nada.Pq então não vem aqui defender a obra de arte com um argumento,resposta às dúvidas que ficaram?Ao invés de só fingir que entendeu.Filme terrível! |
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Por: Glauco 06 Outubro, 2009 |
filme show de bola, nos leva totalmente ao instinto e a irracionalidade humana, mas concordo com henrique, pois este filme é muito complucado para quem não entende nada sobre froid...vale a pena pesquisar um pouqinho mais sobre psicanalise e psicologia para o entendimento deste filme...nota para o mesmo 10 ... |
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Por: Leila 08 Outubro, 2009 |
Concordo com todos aqui que abriram a boca p críticar. É ruim mesmooooooooo...Concordo tb c a Adrienne os bacanas ai metidos a intelectuais, escreveram tanto e não chegaram a nem uma conclusão.Eu e meu marido somos apaixonados por cinema não perdemos nem um lançamento, mas esse filminho ai foi difícil de engolir gente...O mais engraçado foi o final, Eu olhei p Ele e perguntei: Vc entendeu? E ele respondeu Eu não rsrsrsrsr... (Sem dúvida foi a melhor parte)Lars Von Trier o autor escreveu o livro no meio de uma crise de depressão, por mais que nos esforçamos p entender não vamos chegar a lugar nem um nunca...Nem mesmo o grande diretor em uma coletiva em Cannes quando foi questionado sobre o filme teve uma resposta sobre seu intrigante conteúdo.Portanto cheguei a minha conclusão: Como podemos entender um filme que nem mesmo o autor sabia o que tava escrevendo?(RS). E nós ainda pagamos pra ver isso... |
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Por: Lucas 10 Outubro, 2009 |
glauco, pra quem andou pesquisando um pouco sobre psicanálise, escrever Freud como Froid eh pelo menos esquisito… |
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Por: Thiago 21 Outubro, 2009 |
o motivo dessa devoçao de intelectoides se resume ao nome do diretor q o filme leva, ponto. quando aparece o nome “lars von trier”, independente da “doideira” q o filme lhe passa ( independente se ela tem lógica ou nao), o psuedo intelectual ( o famoso “cult”) vai inventar um sentido ali. agora, se nesse filme, o diretor fosse um…sei lá…uwe boll, nao inventariam tais abobrinhas pra legitimar as coisas desnecessarias q aparecem nesse filme. |
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Por: Rafael 25 Outubro, 2009 |
bom, o filme é classificado como “horrível, péssimo” e afins por que? apenas porque não se entende a proposta do autor? nunca, jamais poderemos entender a proposta do autor em sua plenitude. ela parte de um conjunto de experiências próprias dele, não as nossas. assistimos com uma bagagem distinta de cada um, e relacionamos o conteúdo de uma forma, assim como outro assistirá de outra;. não entendemos será que o filme se desenrola a partir do discurso cristão de sexo e culpa? não entendemos que temos um personagem que tenta ser sóbrio o tempo todo tendo um ponto de referência (sua mulher) que está com seus inúmeros problemas? não entendemos isso, ou apenas ficamos chocados com as imagens e ignoramos estes pontos? é simplório demais, pelo menos para mim, falar que não se gosta de um filme porque não entende seu sentido. se as cenas de violência forem desnecessárias elas não estariam no filme, elas o completam, elas fazem parte de todo um aparato sensorial que autor acaba passando. sexo, culpa, medo, dor, sofrimento, desespero, sobriedade, loucura, etc, isto tudo não faz parte de uma invenção humana? bom, se não tiver sentido, ou for horrível, então eu não entendi. |
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Por: Leandro 01 Novembro, 2009 |
Filme totalmente ridiculo, sem logica e sem terror. |
AVATARES
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"Difícil em todos os sentidos" |
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Lars Von Trier, não e a toa que o nome deste diretor dinamarquês soa tão forte, uma vez visto um de seus filmes e difícil se esquecer.
Pude finalmente conferir o tão polêmico ‘Anticristo’ que revirou cannes e deixou os jornalistas com os nervos a flor da pele, porque alem de ser agressivo e ofensivo, a nova obra de Von Trier e complicada demais para ser digerida em apenas uma sessão. Após a exibição do filme no festival de cannes, durante a coletiva de imprensa, o jornalista Baz Bamigboye do jornal ‘Daily Mail’ levanta alterado e questiona o diretor. Não posso me justificar. Faço filmes... É uma pergunta muito estranha. Diz Von Trier. Depois de alguns sussurros em consequência as respostas do diretor, Von Trier completa. Trabalho para mim mesmo. Não devo satisfação a ninguém. Não tive escolha. Foi a mão de Deus, eu temo. E eu sou o maior diretor de cinema do mundo. Não sei se Deus é o melhor Deus do mundo. Não e pra menos que os jornalistas ficaram estarrecidos depois de terem assistido ao filme, contado como um conto, ele e dividido em três partes com um prólogo e um epílogo, da primeira sequência ao final do primeiro capítulo da pra acompanhar, mas quando o diretor começa a misturar a realidade e o delírio dos dois personagens principais (ja no começo do segundo capítulo), a confusão toma conta do filme e você se sente perdido sem saber qual realmente e a justificativa de tudo. Logo parece um filme sem ligação, sem sentido, apenas uma salada de elementos provocantes e indecifráveis. Desta forma, alem do impressionante clima desconfortável que o filme causa em quem o assiste, vai ser fácil falar mal ou odiá-lo depois da sessão - e vai ser difícil esquecê-lo também. As cenas mais fortes por exemplo foram difíceis de ignorar, o que me fez procurar por alguma teoria que no mínimo me desse algum fundamento plausível do que eu acabará de ver. O sexo explicito e pura vontade de querer ousar, porque com ou sem ele o resultado final seria o mesmo, algumas cenas de violência também são bem descartáveis, pura estética. Já a raposa falante, o ataque aos órgãos sexuais, o porque da ‘mulher’ agir com tanta maldade no final e principalmente os 'três mendigos', serão um dos 'porquês' que vão ecoar na cabeça de quem o assistir, e o mais frustrante de tudo e que, mesmo que se crie uma teoria, a justificativa original ainda estará dentro da cabeça do diretor. |
"Anticristo não é um filme para ser gostado, mas não deve ser odiado antes de uma reflexão racional" |
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Segundo o próprio diretor, Anticristo foi o filme que lhe tirou da depressão - tendo visto o filme, a revelação de Lars Von Trier soa contraditória: o novo longa do dinamarquês tem potencial para levar até o mais forte dos espectadores a depressão. Muitos classificam o filme como horror pelos elementos recorrentes do gênero presentes aqui, ou seja, violência gráfica, eventos sobrenaturais e o clima pesado. Porém há algo muito maior e mais amedrontador do que as manifestações do demônio na trama - a própria trama. O visual choca, mas o que perturba são os significados e a perversão implícitas ali. O filme requer nervos de aço, estômago forte e sobretudo muita frieza por parte do público. O espectador mais sensível está sujeito a uma experiência traumatizante. Não é de se estranhar, Anticristo não é o único filme com esse poder, nem de longe. O alvoroço todo deve-se pelo visual original e pelas bizarrices explícitas, mas na própria carreira do diretor é possível encontrar títulos tão inquietantes quanto este e é basicamente de filmes com essa dose extrema de angústia e desafio que o cinema nórdico se constitui - Ingmar Bergman que o diga. Através de um belíssimo prólogo, o espectador acompanha um casal transando enquanto o filho pequeno se atira pela janela. O menino morre. Ela não se conforma e enfrenta uma depressão profunda repletas de ataques de angústia e culpa. Ele tenta ajuda-la, da forma mais racional e lógica possível. É então que ele propõe a ela uma tempora em uma cabana na floresta Eden, o lugar que ela mais teme. A mulher, segundo Von Trier, é extremamente vulnerável e sensível, enquanto o homem tem a visão turva e apenas noções superficiais do que acontece. Logo, é para ele que se manifesta o "demônio", de diversas formas, sobretudo na pele de três animais, respectivamente os que nomeiam os capítulos em que o filme é divido. Também não se pode afirmar em que dimensão a trama se desenvolve, se é na realidade ou na imaginação. Von Trier faz questão de fundir as duas, dando apenas nuances ao público. A estrutura narrativa só não é tão árdua de se acompanhar quanto o embate entre os dois protagonistas. Eles transam e logo depois estão se batendo, ou vice-e-versa. Os diálogos são ácidos e cortantes e prezam por uma honestidade ímpar. Charlotte Gainsbourge Willem Dafoe conduzem a relação com uma tensão angustiante, sufocante. Os dois atores se entregam de corpo e alma, literalmente, aos personagens, estão soberbos, maravilhosos, sobretudo Charlotte que consegue expressar uma dor inenarrável, carregada de culpa e maldade, sem catarses - assim como o filme. Anticristo não é um filme para ser gostado, mas não deve ser odiado antes de uma reflexão racional. É carregado de significados, muitos particulares do diretor, mas que fazem todo sentido dentro do que Von Trier propôs. É um filme para ser sentido, vivenciado, mas que também necessita ser compreendido para que o choque não faça a opinião. Verdade seja dita, dentro de seu Universo, dentro de sua proposta, o filme funciona praticamente sem falhas e, tem de se adimitir, o dinamarquês é um mestre das imagens. Eis aqui, um filme definitivamente marcante. |

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