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Sem Limites (Limitless, 2011) |
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Gênero: |
Suspense |
Duração: |
105 min |
Origem: |
EUA |
Distribuidora: |
Imagem Filmes |
Direção: |
Neil Burger |
Roteiro: |
Leslie Dixon |
Produção: |
Leslie Dixon, Ryan Kavanaugh, Scott Kroopf
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Estréia: |
20/05/2011 (EUA) 25/03/2011 (Brasil) |
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Por: Eduardo Maurício
24/03/2011 |
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Antes de mais nada, essa história de que o ser humano usa apenas 10 ou 20% da capacidade do cérebro nunca foi comprovada. Pode simplesmente não passar de um mito. Dizem até que chegaram nesta conclusão com base na teoria de um homem do século 19 chamado William James, que disse: "uma pessoa comum raramente atinge senão uma pequena porção de seu potencial". Dilemas à parte, conclusões não impediriam hollywood de abordar o assunto, afinal, estamos falando de uma ficção, portanto não deve ser julgada e sim avaliada.
Sem Limites conta a história de Eddie Morra (Cooper), um escritor fracassado que não consegue manter um minuto se quer de concentração para terminar de escrever o primeiro parágrafo de seu livro. À primeira vista Eddie Morra é um vagabundo, e isso além de afastar sua recente namorada Lindy (Cornish), o coloca a beira de um colapso. Mas a vida de Eddie está prestes a mudar quando reencontra o ex-cunhado Vernon (Whitworth), que o oferece uma droga ainda não lançada que concede a Eddie a capacidade de utilizar 100% do cérebro.
Um ou dois minutos após o uso da substância, lá está o fracassado Eddie, debatendo assuntos fora de sua área e em diferentes línguas. Em pouco tempo Eddie fatura apostando em bolsa de valores e acaba se destacando no ramo de negócios. Mas para tudo há uma consequência, certo? e é ai que entra a parte divertida - pois além de ter que lidar com os efeitos colaterais da droga, Eddie acaba conquistando diversos inimigos que querem agora arrancar sua pele... Literalmente.
Sem Limites me convenceu - divertido, hipnotizante e coerente quando pode. Contando com uma narração futurista em off, o roteiro compila bem a experiência e transformação de Eddie sem enrolar ou extrapolar o tempo necessário. Alias, é tão legal de se assistir que os 105 min do filme passam voando.
No primeiro ato conhecemos o vagabundo Eddie, depois o Eddie em metamorfose seguido pelo Eddie rico, para só depois entrarmos na fase das consequências, que se inicia pouco menos da metade do filme, onde Eddie sofre com os devastadores efeitos da droga e com a perseguição de terceiros, incluindo a do traficante Gennady (divertida e irritante participação de Andrew Howard).
Sem Limites só não é o filme perfeito porque toma atalhos que enfraquecem a narrativa, e de algumas outras decisões que comprometem a inteligência do roteiro. Como por exemplo a cena em que Eddie liga para os supostos clientes de seu ex-cunhado a fim de descobrir que está tentando matá-lo. Quais são as chances do mesmo individuo estar sentado à menos de 2 metros dele? Ou a cena em que Lindy (a namorada), ao ser enquadrada pelo mesmo individuo, não vê outra escolha se não tomar uma das pílulas para utilizar todo o seu potencial a fim de conseguir encontrar uma saída coerente. O problema é que a saída que ela encontra é tão óbvia que não precisava ter 100% da capacidade do cérebro para optar por ela, seria instintivo.
Deslizes à parte, Sem Limites é daqueles filmes pipoca que fazem valer o momento, prendendo, entretendo e divertindo ao mesmo tempo.
PS1: Muito legal a ideia de alterar a tonalidade do filme quando um personagem toma a pílula. Se o mundo era frio, desarrumado e acinzentado, ao tomar a pilula tudo fica mais claro, organizado e colorido.
PS2: Bom ver Robert DeNiro voltar à boa forma. Mesmo não tendo o tempo merecido de cena, é gratificante vê-lo em um filme que vale a pena ser visto.
PS3: Desvendem o caso: Há uma cena em que Eddie fica sabendo que uma prostituta com quem passou a noite amanheceu morta no dia seguinte. Não é especificada a causa da morte, mas para não ser preso, Eddie, como suspeito, bajula o maior detetive da cidade para encubri-lo... Teria Eddie, o herói do filme, matado a prostituta sob efeito da droga?
PS4: O final deixa espaço para continuação.
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Um escritor fracassado descobre uma droga ultra-secreta que confere a ele capacidade cerebrais excepcionais. Com o seu uso ele começa a mudar sua vida, utilizando seu potencial para conseguir fama e dinheiro, porém, ele começa a considerar a real e obscura origem da droga, enquanto isso, um grupo de assassinos acompanha cada movimento seu.
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Bradley Cooper ... Eddie Morra
Robert De Niro ... Carl Van Loon
Abbie Cornish ... Lindy
Andrew Howard ... Gennady
Johnny Whitworth ... Vernon Gant
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1 - Baseado no livro homônimo de Alan Glynn.
2 - Inicialmente seria Shia LaBeouf a viver Eddie Morra, mas o ator teve de desistir devido ao acidente que sofreu nas gravações de Transformers 2.
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Nenhuma indicação adicionada
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Comentários (9)
Alan Douglas 16 de Outubro, 2011 |
ÓTIMO |
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O Roteiro é bastante inteligente e gostei muito da interpretação do Cooper. Realmente gostaria de saber quem matou a tal prostituta. Talvez, uma continuação pra revelar? Bom, contudo o filme nos prende até o final e é original o bastante. Vale a pena citar os efeitos visuais que são simples mas ajudam na compreensão da história.
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Max William 01 de Agosto, 2011 |
EXCELENTE |
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Excelente filme. Não vi o tempo passar quando eu tava assistindo. Como disse o ToM, roteiro inteligente e vale à pena a pipoca e os ingressos. Quem ainda não viu, veja, porque vale à pena. Não tenho mais o que dizer.
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Karla 24 de Abril, 2011 |
EXCELENTE |
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Acabei de assistir no cinema muito bom!
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Helbert Geraldo da Silva 16 de Abril, 2011 |
ÓTIMO |
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Assisti. E por incrível que pareça o trabalho que desenvolvo a anos tem analogia com o filme. Estou criando nova profissão que tem por fundamento o cérebro e a mente. O filme ilustrou de maneira simplória e como entretenimento a minha proposta - que a cada dia, através do lazer ou das pesquisas científicas, se torna mais real, como é realidade os cursos que tenho realizados em empresas, faculdades e universidades. Visite o site: www.engenhariadeinformacoes.com.br
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Beatriz 12 de Abril, 2011 |
EXCELENTE |
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ADOREI MUITO BOM TODOS FILMES DE ROBERT DE NIRO EU ASSISTO ELE É O MAXIMO E BRADLEY ALEM DE GATO É UM ÓTIMO ATOR
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Marcondes 02 de Abril, 2011 |
NÃO ASSISTI |
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Existe um laboratório dos EUA que fabrica um produto NZT e certamente patrocinou o filme.Muito bom.
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Marc 02 de Abril, 2011 |
ÓTIMO |
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\"Quais são as chances do mesmo individuo estar sentado à menos de 2 metros dele?\"
Ora, grandes... Será que ninguém percebeu que o cara estava seguindo o Eddie?
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Marcos 30 de Março, 2011 |
EXCELENTE |
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Filmaço! A direção do Neil Burger não foi nada menos do que espetacular! Grata surpresa, para mim. O jogo de câmeras, com fisheye, no prisma da personagem (e do espectador, por óbvio, que assiste àquilo que a personagem observa, logo após tomar o remédio), bem como o zoom infinito, dando ideia de aceleração relativa do tempo, foi algo abismal!
E a mudança de cores foi algo que me chamou a atenção, também. Fiquei feliz em ver isso comentado em sua crítica. Eu até comentei com minha namorada, atentando-a para este fato de que havia uma coloração em HD, como se a personagem recebesse uma iluminação, que nada mais é do que a metáfora da racionalidade. Quanto à tua crítica, está excelente, mas faço uma ressalva: não achei que fosse tão previsível a saída da Lindy, naquela fuga. Em primeiro lugar, ela não tinha conhecimento sobre todos os efeitos daquele remédio. Seria natural ficar reticente em tomá-lo. Não passaria na cabeça de um reles mortal tomar o remédio para sair daquela situação, sem ter pleno conhecimento de seus efeitos. Em segundo lugar, porque a saída encontrada, após tomar a pílula, foi sim brilhante! Sem a visão apurada e a capacidade rápida de organização do raciocínio (ela observa rapidamente objetos cortantes e apura aquele em que mais facilmente obterá êxito - foi notória essa matemática!)não teria como sair daquela situação. Não é tão óbvio assim usar patins para cortar a face do sujeito que a persegue... Mas no todo foi muito boa a crítica! Parabéns!
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ToM 27 de Março, 2011 |
ÓTIMO |
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excelente filme... roteiro inteligente que te prende totalmente.
valeu os ingressos e a pipoca |
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